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03/03/2017

AUTÔNOMO OU MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL (MEI)? A CREDISOL EXPLICA A DIFERENÇA PRA VOCÊ

Se você chegou até este artigo, provavelmente é porque já possui uma atividade produtiva, ou seja, trabalha por conta própria, ou está querendo começar. Conhece as vantagens de ter um negócio formal e está se perguntando qual a melhor maneira de se registrar ou, ao menos, garantir a contribuição para a aposentadoria. Nós vamos ajudar a esclarecer.  

Você pode contribuir como autônomo ou como Microempreendedor Individual, a diferença está no regime de tributação, ou seja, o quanto você terá que pagar de impostos e até onde você pode ir.

O profissional autônomo é todo aquele que exerce sua atividade profissional sem vínculo empregatício, por conta própria e assumindo seus próprios riscos. A prestação de serviços é de forma eventual e não habitual. Nesta modalidade você tem que assumir o pagamento do ISS (Imposto sobre serviços), do Imposto de Renda retido na fonte (Todo serviço prestado sofre tributação), e do INSS (Contribuição previdenciária sobre remuneração de trabalhador autônomo).

Tanto o trabalhador informal quanto o autônomo pode se tornar um Microempreendedor Individual e passar a ter CNPJ. Assim ele terá maiores facilidades  na hora de abrir uma conta bancária, pedir empréstimos, emitir notas fiscais e ainda contará com benefícios previdenciários como auxílio doença, maternidade e aposentadoria, além de contribuir para o fortalecimento do mercado.

Para ser um MEI, é necessário faturar até R$ 60.000,00 por ano ou R$ 5.000,00 por mês, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter no máximo um empregado contratado que receba o salário-mínimo ou o piso da categoria.

Mas quais as vantagens de ser MEI, afinal?

Vamos começar com um exemplo muito interessante que agrada todo mundo: redução de impostos. Isso mesmo! Microempreendedor Individual está enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL).

Como autônomo, você tem que pagar 11% de INSS sobre seus rendimentos e o IR pela tabela progressiva. Além disso, todo mês é necessário arcar com 5% sobre sua renda e ainda tem a chance de perder negócios, pois, para uma empresa, é mais vantajoso contratar um MEI e não precisar pagar 20% de INSS sobre os serviços prestados por um autônomo.
Um autônomo também não pode emitir notas fiscais, ficando proibido de prestar serviços para o governo e, muitas vezes, para empresas. Elas costumam preferir documentar a operação e negociar com quem recolhe seus impostos. Já o MEI, pode emitir notas.

As linhas de financiamento para autônomo são as mesmas de pessoas físicas com juros maiores e condições de pagamento menos favoráveis. MEIs podem contratar empréstimos melhores por terem CNPJ. Um desses empréstimos é o Juro Zero, onde você tem acesso a crédito de até R$ 3.000,00, parcelados em oito vezes e, se você pagar até a sétima parcela corretamente, a oitava o governo paga, ou seja, o juro é zero.

Ufa... chegou a cansar de tantas vantagens em ser MEI, né?

Mas não acaba aí. Você sabia que, além de todas as vantagens citadas, o Microempreendedor Individual ainda conta com atendimento e assistência especializada do Sebrae para toda e qualquer dúvida sobre o seu negócio?

Agora você já pode virar um empresário sem medo. Basta que você formalize o seu negócio e vire um Microempreendedor. Quer ajuda para fazer isso ou precisa esclarecer alguma dúvida? Fale com um de nossos Agentes de Crédito clicando no banner aqui embaixo. ;)

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